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Valencia no ritmo de samba, salsa e reggaeton



Rio - Em campo, nenhum jogador teve coragem de convidá-lo para dançar nas últimas rodadas. Fora das quatro linhas, entretanto, Valencia admite sem rodeios o seu gosto pela música e até arrisca alguns passos. Em ótima fase na cabeça de área do Fluminense, o colombiano não abre mão de suas origens ao escutar salsa e reggaeton (variação do reggae jamaicano). Mas, ao lado dos amigos, samba e pagode têm ‘tocado’ a vida do jogador, há quase um ano no Rio de Janeiro.

Fã de Daddy Yankee, cantor portorriquenho vencedor de um Grammy Latino, Valencia confessa que já se rendeu ao som de Zeca Pagodinho e do grupo Revelação. E o volante, de volta ao time titular, explicou como surgiu o gosto.

“Sou obrigado a escutar samba nos carros dos caras (jogadores do Fluminense) e acabei gostando. Assim como a música colombiana, o Brasil tem ritmos envolventes”, disse o camisa 5, que já usa gírias cariocas em seu vocabulário.

“Tô de boa. Ser jogador do Fluminense é motivo de orgulho para mim, e o Rio de Janeiro é uma cidade linda. Meu segundo lar. Mas não sou de badalação. Geralmente é de casa para o treino e do treino para casa. Lá consigo escutar salsa e reggaeton sossegado (risos)”, brincou o colombiano.

“O grupo tem jogadores de qualidade, e a concorrência é muito grande. Quem for escalado precisa ser esperto para não sair do time. Estou tranquilo e vou fazer o meu trabalho sempre no limite para continuar no time”, afirmou Valencia.

Diante de tanta convicção, fica claro que Valencia, depois da salsa, do reggaeton e do samba, não está interessado na dança das cadeiras do Fluminense.